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Ativistas protestam contra uso de animais em treinamento médico de militares

Vestidos com roupas de laboratório e uma falsa faca de açougueiro ao lado de uma cabra de pelúcia “sangrando”, ativistas pelos direitos animais protestaram em frente ao portão principal de Fort Carson, instalação militar norte-americana no Colorado

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16/06/2017 às 16:00
Por Redação

A manifestação, uma das dúzias planejadas por ativistas em instalações militares pela PETA em todo o país, fez parte de uma campanha que visa acabar com o treinamento médico militar envolvendo cabras e porcos.

Ativistas durante protesto

Foto: Jerilee Bennett, The Gazette

A prática cruel, conhecida como treinamento em tecidos vivos, envolve balear ou esfaquear cabras ou porcos sedados para ensinar aos soldados a tratar os ferimentos que podem ocorrer no campo de batalha. Em última análise, os animais são mortos.

A PETA afirma possuir um vídeo do treinamento que mostra a amputação de uma perna em Virginia Beach, na Virginia.

O membro da organização Tricia Lebkuecher ressalta que o treinamento é ineficaz e que, em abril, a Guarda Costeira suspendeu o treinamento em tecidos vivos, segundo o Gazette.

“A anatomia de cabras e porcos difere drasticamente da de um ser humano. Os simuladores humanos de alta tecnologia que respiram, sangram e até morrem são muito mais rentáveis, mais humanos e podem treinar adequadamente os membros do serviço”, declarou Lebkuecher.

Lebkeucher enfatizou que os simuladores são a melhor opção porque não matam animais e possuem um custo menor.

Os funcionários de Fort Carson disseram que estavam cientes do protesto.

“Todo cidadão americano tem o direito de protestar pacificamente. O direito de protestar é uma proteção oferecida pela Constituição dos EUA”, afirmaram os funcionários de Fort Carson em um comunicado.

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