Superação

Animais deficientes encontram tutores e superam passado de maus-tratos

Animais com necessidades especiais precisam de mais atenção e cuidados, mas retribuem todo o esforço com muito amor pelos seus tutores.

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26/06/2017 às 07:30
Por Redação

As gatas Jade e Nana não têm o movimento das patas traseiras, mas elas não se privam de quase nada. Pelo contrário, brincam, fazem peraltices e recebem muito amor. É assim a vida delas e de outros animais que tiveram sequelas após serem abandonados.

A Jade tem apenas três meses de vida, mas tem uma história difícil. Ela foi abandonada na porta da casa da fotógrafa Ana Raquel, na quadra 403 Sul, em Tocantins . “Num dia de domingo, eu saí de casa e ela estava na minha porta. Creio que ela tenha sofrido maus-tratos e infelizmente têm pessoas que ainda fazem isso, mas ela teve sorte de me encontrar”, conta.

Gatinha filhote olha assustada para câmera

Jade foi abandonada filhote, na porta da casa de Ana (Foto: Ana Raquel / Arquivo Pessoal)

A gata Nana também é paraplégica e poderia ter um final triste, mas apareceu a servidora pública Evelyn Freitas. Há três anos, ela estava andando de carro quando se deparou com o animal que tinha acabado de ser atropelado. Ela resgatou e levou para casa. As duas estão juntas até hoje e não desgrudam.

A Nana tem uma cama toda fofinha, mas é com a Evellyn que ela dorme toda noite. Uma troca de amor que inspira. “É maravilhoso ter um animalzinho especial. Eles retribuem todo o amor e o cuidado que a gente dispensa a eles. É tanto carinho que às vezes chega a não caber no peito”.

Tutora abraça gata deficiente

Gatinha Nana perdeu os movimentos das patas traseiras quando foi atropelada em Palmas (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Assim como as duas gatas, outros animais têm um passado de abandono e agressões, mas mesmo assim eles surpreendem pela capacidade de retribuir gestos de amor. Na casa da perito criminal Zilla Miranda é pura festa.

Ela tem seis cachorros, hoje recuperados e muito gratos pelo amor que recebem. A Zilla cuida de todos como uma mãezona, mas tem uma cadelinha que ainda não se recuperou dos traumas, é a Flor. Ela foi resgatada com um corte na barriga. Além disso, tinham várias feridas pelo corpo.

“Quando você vai adotar um ser humano, você quer os bebês mais bonitos, brancos e gordos. Isso acontece muito com os animais. As pessoas querem um animal de uma raça específica, mas quando você ama, não tem distinção de raça”.

Fonte: G1

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