POLÍTICA ANIMAL - GABRIEL BITENCOURT

Onde está a dúvida?

Há algumas semanas, uma matéria estampada na primeira página do Jornal Cruzeiro do Sul de Sorocaba me chamou a atenção. A manchete da reportagem em questão era: “Destino de filhote...

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08/03/2016 às 19:40
Por Redação

caso do veadinho

Há algumas semanas, uma matéria estampada na primeira página do Jornal Cruzeiro do Sul de Sorocaba me chamou a atenção.

A manchete da reportagem em questão era: “Destino de filhote de veado apreendido em São Roque é incerto”.

Claro que a fotografia do filhotinho sendo amamentado com uma mamadeira já chamava a atenção, enternecia. A história do “destino incerto “, entretanto, é que me atraiu mais a atenção.

Já tive, sob minha guarda provisória, vários animais silvestres que me chegaram de diversas formas: um filhote de tucano, uma corujinha-do-mato, um Periquitão-maracanã, um ouriço-cacheiro, entre outros.

Todos eles foram devidamente reintroduzidos à natureza, mesmo com minha enorme vontade de ter como companhia aquela corujinha simpática ou a pequena e doce fêmea de Ouriço-cacheiro.

Todos foram encaminhados a um Centro de Recuperação de Animais Silvestres.
Mas, voltando à matéria do “Cruzeiro do Sul”, a dúvida reportada na matéria era se ele seria destinado a um zoológico – e, portanto, ter decretada sua prisão em um cativeiro para o resto da vida – ou se seria encaminhado a um CETAS – Centro de
Triagem de Animais Silvestre – para ser reintroduzido ao seu ambiente natural

Minha pergunta é: QUAL É DÚVIDA?

P.S. Depois de escrito este texto, soube que o animalzinho foi enviado ao zoológico da cidade.
A pergunta, agora, é: por que?

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